terça-feira, 22 de setembro de 2009

Mensagem do candidato Francisco Pinto




Caros Amigos,
Penso ter chegado o momento de intervir pessoalmente no nosso blogue.
Em primeiro lugar, quero agradecer a todos aqueles que nele têm escrito o seu contributo, dando sugestões, contribuindo com algumas ideias e críticas.
Em segundo lugar, quero deixar uma mensagem a todos aqueles que, alheando-se do essencial - a nossa freguesia de Ruílhe - se ocupam apenas da crítica e dos ataques pessoais. É (infelizmente) natural nestas alturas, ouvirmos aqui e ali, algumas manifestações de repúdio pela atitude e direito democrático de nos candidatarmos a dirigir os destinos da nossa freguesia. Felizmente o contrário também acontece. E digo isto, não apenas referindo-me à minha pessoa, mas a todos os candidatos políticos.
Eu não penso assim! Penso e desejo que, em política, as pessoas, os partidos, os movimentos de cidadãos, deverão ser unicamente julgados pelos projectos que apresentam e pelo cumprimento ou não dos mesmos. A competência de uns não aumenta com o denegrir da imagem dos outros. Infelizmente essa parece ser a fórmula, mais ou menos universal, dos políticos actuarem. Mas, nós não temos que seguir esta fórmula. Sou a favor de uma política transparente, clara e avaliada pelas ideias e projectos de cada um. Todos apresentam os seus projectos e os eleitores têm o direito e a responsabilidade de votarem naquele que acham o melhor, ponderando as ideias e as pessoas que os pretendem levar a cabo. Isto é democracia.
Seguindo esta linha de pensamento, acho chegada a hora de clarificar a minha posição na questão do Adro da Igreja, obra que sempre desejei e para a qual procurei contribuir com as minhas ideias e sugestões: tenho a certeza que a grande maioria dos ruilhenses não duvidam deste meu sentimento e têm apreciado a minha participação desinteressada, a minha disponibilidade e o meu empenhamento nas várias realizações da nossa Paróquia. Foi sempre meu desejo que toda a comunidade deveria ser chamada a manifestar-se: no meu artigo no jornal DIA LUZ nº 172 distribuído em 1 de Março 2009 poder-se-á confirmar esta minha posição.
Nunca fiz nenhuma intervenção nas reuniões do Conselho Pastoral Paroquial que provocasse o impedimento do “avanço” do ante-projecto: procurei sim, defender os bens e interesses da Comunidade Paroquial que é de todos os ruilhenses. A confirmar submeto à vossa apreciação o ponto 2 da Acta da Reunião do dia 26 de Janeiro de 2009, devidamente aprovada por unanimidade, de que faz parte uma resenha cronológica das reuniões em que o objecto era o ADRO DA IGREJA: nesta resenha vemos que os grandes lapsos de tempo de espera nunca estiveram do lado do CPP.
Relativamente ao meu cargo de Secretário do Conselho Económico e do Conselho Pastoral, apresentei em 1 de Agosto último, a suspensão do cargo no sentido de poder dedicar o meu tempo à freguesia.



Da minha carta enviada ao Presidente dos CEP e CPP, transcrevo a seguinte passagem:
“ Este meu pedido de suspensão é apresentado em obediência à Igreja, mas sobretudo pela minha convicção de que o serviço que estava exercendo obriga a uma fidelidade que poderá chocar com as funções públicas a que me vou candidatar. O meu empenhamento na vida paroquial despertou em mim a necessidade de alargar ainda mais o benefício desta minha generosidade a toda a comunidade, levando-me a submeter esta minha intenção ao sufrágio dos eleitores: tudo farei para a dignificação da actividade política na autarquia a que me candidato.
A suspensão do mandato não significa, de maneira nenhuma, alheamento ou renúncia de continuar a viver a minha vida de cristão integrado na nossa comunidade e de continuar a viver e a participar nas manifestações cristãs da nossa Paróquia.
Faço votos pelo maior sucesso cristão de todos os nossos Paroquianos.”
Não queria terminar esta intervenção sem os alertar para o inquérito que decorre no portal da Junta de Freguesia de Ruílhe, ( www.ruilhe.com ) sobre a projecção do novo Adro da Igreja e da opinião das pessoas que votaram nesse inquérito. Até hoje dia, 22 de Setembro de 2009, os resultados eram os seguintes:
Votantes: 91
Resultados: Péssimo (37) – 40,7%
Muito Bom (18)- 19,8%
Acho que podiam fazer melhor (14) – 15,4%
Bom (13) – 14,3%
Razoável (9) – 9,9%

Isto vale o que vale, mas está longe de ser consensual. Aliás, não se consegues sequer dar uma opinião fundamentada com base em quatro fotografias.
Um abraço e VIVA RUILHE.
Francisco Pinto.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Programa Eleitoral

Já se encontra no nosso sitio www.gostarderuilhe.com o nosso Programa eleitoral.

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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Programa Eleitoral

Encontra-se afixado na nossa sede de campanha o nosso Manifesto Eleitoral.
Brevemente pode também conferi-lo no nosso sitio www.gostarderuilhe.com

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domingo, 13 de setembro de 2009

SEDE DE CAMPANHA


Foi inaugurada no passado dia 5 de Setembro a nossa sede de campanha. Este local pretende ser um local onde todos podem dar as suas opiniões e sugestões, bem como inteirarem-se daquilo que são algumas das nossas ideias para Ruílhe.
No dia 6, Domingo, esteve presente o Dr. Ricardo Rio, candidato pela coligação "Juntos por Braga", à presidência da Câmara Municipal de Braga.
Venha ter connosco, traga a sua ideia e o seu contributo, para que todos juntos possamos construir uma Ruílhe melhor. Visite o nosso sitio www.gostarderuilhe.com

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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Em jeito de balanço


Após quase um mês de movimentação do nosso blog, não queríamos deixar de agradecer a todos aqueles que nele participam: Os que dão ideias, os que criticam, os anónimos, os que assinam…
O artigo dois da Constituição da Republica Portuguesa define o estado democrático em que vivemos e que passamos a transcrever: “ A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas, no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa.
É com base no princípio da participação dos cidadãos que agradecemos a todos que deram o seu contributo, no nosso blog.
Muitas questões foram colocadas, algumas ideias lançadas e muitas insinuações feitas, principalmente ao cabeça de lista, que se apresenta a sufrágio, apoiado pela coligação “Juntos por Braga”.
Mas vamos por partes e tentar esclarecer algumas das dúvidas levantadas.
Em primeiro lugar, a nossa lista apresenta-se a estas eleições, apoiada pela coligação “Juntos por Braga” (PSD/CDA/PPM), ou seja, no boletim de voto do dia 11 de Outubro, para a Assembleia de freguesia aparecerão por esta mesma ordem os seguintes partidos: 1º CDU; 2º PS e 3º “Juntos por Braga”.
Alguns participantes no nosso blog não compreendem o facto de na nossa carta de apresentação termos vincado o facto de ser politicamente independentes. Acredito que todos os que levantaram esta questão sabem perfeitamente o que queremos dizer. No entanto, mais uma vez vou explicar a nossa posição:
1- Em primeiro lugar, uma questão formal: Independente porque a maior parte dos membros desta lista, não são filiados em qualquer partido da coligação, ou outros;
2- Em segundo lugar, uma questão de substância e a mais importante, não estamos subjugados a qualquer directriz partidária, ou seja, os partidos desta coligação não interferem na nossa actuação. A forma como definimos as directrizes da nossa actuação só a nós diz respeito. Ou seja, para nós, ser INDEPENDENTES é cumprirmos as nossas escolhas e não sermos subservientes com o a qualquer directriz partidária;
3- Não deixamos de ser independentes por apoiarmos este ou aquele partido. Os partidos dependem muito dos independentes e não os independentes dos partidos.
4- É neste cenário que a nossa lista engloba pessoas cujas ideologias vão da direita à esquerda.

Quantos portugueses não exercem a sua independência na altura de votarem, caso assim não fosse estaríamos sempre com o mesmo governo.
É por isso que ser independente é sobretudo sermos capazes de escolher o nosso próprio caminho, fazer as nossas próprias escolhas, cometermos os nossos erros e corrigi-los e, acima de tudo, respeitarmos as opiniões dos outros.
Muitos independentes, ao longo das várias legislaturas, assumiram cargos importantes: Freitas do Amaral – Min. Negócios Estrangeiros do governo PS; Sousa Franco: Min. Das Finanças no governo Guterres. Mais recentemente, Vital Moreira, cabeça de lista pelo PS ao parlamento Europeu, etc, etc.
Outro dos factos que gostaríamos de assinalar é que esta lista candidata não se resume ao Sr. Francisco Pinto. É uma equipa activa, participativa que tem uma actuação transparente e isenta. As funções de cada membro estão definidas, as áreas de actuação estão também definidas. Nada é fruto do acaso ou do improviso, não sabemos trabalhar dessa forma. Tudo é planeado. Em breve terão algumas surpresas.
Também alguns dos participantes nos pedem para divulgar o nosso programa. Claro que o divulgaremos, mas não sem antes os Ruilhenses darem o seu contributo activo (o que já está a acontecer). Felizmente que já neste blog foram dadas ideias, afinal é o seu principal objectivo. Mas também nos tem chegado contributos valiosos através do nosso email: info@gostarderuilhe.com. Como já dissemos anteriormente, temos definidos vários vectores estratégicos de actuação que englobam várias medidas que serão dadas a conhecer oportunamente. Essas áreas são: projectos e obras; comunicação e imagem; ambiente, segurança e bem-estar; cultura, lazer e passeios; acção social; juventude e; apoio jurídico e fiscal. Estes são as áreas da nossa preocupação e que pautarão a nossa actividade e a nossa luta.
Gostaríamos ainda de reiterar o facto de não nos candidatarmos contra ninguém, mas por Ruílhe. É por isso que a participação de todos que Gostam de Ruílhe é essencial para consumação do nosso projecto. Queremos que os Ruilhenses se unam, exijam, reclamem, critiquem. As insinuações e as acusações sem fundamento a nada levam e em nada contribuem para o desenvolvimento da nossa terra.
Se formos responsáveis se exigirmos, se actuarmos poderemos contribuir positivamente para o desenvolvimento de Ruílhe.
Contem connosco. Nós contamos com os Ruilhenses.

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